Eis aqui uma trilogia. Essas telas são muito especiais para mim, pois representam a leveza e a forma mais pura e simples de beleza. A primeira é muito interessante: o detalhe metálico do jarro, as frutas e a rosa por cima do livro fazem com que nossa imaginação se pergunte: "será esta escrivaninha é de algum poeta apaixonado? Ou, quem sabe, a mesa de um refinado prostíbulo à moda francesa?". Deixar a imaginação juntar as peças do quebra-cabeça é o que deve ser estimulado por nosso inconsciente. Não seria essa a principal função do cinema? Na tela com duas jarras eu saliento a dificuldade que obtive em dar forma aos gomos da bergamota. E, finalmente, temos um vaso simples (muito provavelmente a reutilização de um copo) onde repousam lindas flores. O problema aqui foi a translucidez do vidro - sempre muito complicado. Bom proveito e, vamos pintar uma tela?



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